

Workshop de fitogramas no Monte da Ervilha com Juliana Julieta
A primavera e o Monte da Ervilha surgem como pontos de partida para uma exploração do cinema experimental enquanto prática relacional. Neste workshop de fitogramas serão utilizados materiais orgânicos — flores, folhas e frutos recolhidos no local — que irão imprimir as suas formas e propriedades quÃmicas diretamente sobre pelÃcula fÃlmica 16mm e 35mm.
Trata-se de um processo experimental e não-tóxico, realizado à luz do dia, que permite uma aproximação Ãntima à paisagem e à s suas plantas, explorando-as a uma escala microscópica celular.
Esta aproximação permite descobrir a paisagem a partir de uma escala Ãntima e sensorial, onde o contacto direto entre matéria vegetal e emulsão fotossensÃvel revela dimensões invisÃveis ao olhar quotidiano.
Cada imagem resulta de um encontro singular entre plantas, luz, temperatura, humidade e tempo — um processo em que a própria matéria participa ativamente naquilo que se revela.
A sessão propõe-se como um espaço de partilha e experimentação coletiva em torno das possibilidades da revelação alternativa, onde criar imagens se torna também uma forma de relação com o lugar e com os elementos que o constituem.
(Não é necessário conhecimento prévio.)
Juliana Julieta, artista visual e realizadora que trabalha entre Pintura e Cinema Experimental. Licenciada e Mestre em Pintura.
No seu trabalho em pintura a óleo e cinema experimental, explora a fisicalidade dos materiais e processos, investigando uma relação tátil, sensorial, cumulativa e fenomenológica de criar imagens. Trabalha com revelação alternativa de pelÃcula, edição em câmara (Bolex 16mm) e práticas artesanais, expandindo o cinema para a performance da imagem em movimento. Colabora regularmente em contextos pedagógicos e laboratoriais ligados ao cinema analógico, nomeadamente como instrutora de 16mm na Casa do Xisto, nos workshops de eco-processing.
O seu trabalho tem sido apresentado em exposições, instituições e festivais de cinema, incluindo Curtas Vila do Conde, IndieLisboa, Centro de Arte Oliva, Anthology Film Archives, etc. Foi bolseira FLAD, vencedora da MNJC 2023, nomeada para o Sovereign Portuguese Art Prize 2024 e integra a Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE) e Pláka.

Workshop de fitogramas no Monte da Ervilha com Juliana Julieta
A primavera e o Monte da Ervilha surgem como pontos de partida para uma exploração do cinema experimental enquanto prática relacional. Neste workshop de fitogramas serão utilizados materiais orgânicos — flores, folhas e frutos recolhidos no local — que irão imprimir as suas formas e propriedades quÃmicas diretamente sobre pelÃcula fÃlmica 16mm e 35mm.
Trata-se de um processo experimental e não-tóxico, realizado à luz do dia, que permite uma aproximação Ãntima à paisagem e à s suas plantas, explorando-as a uma escala microscópica celular.
Esta aproximação permite descobrir a paisagem a partir de uma escala Ãntima e sensorial, onde o contacto direto entre matéria vegetal e emulsão fotossensÃvel revela dimensões invisÃveis ao olhar quotidiano.
Cada imagem resulta de um encontro singular entre plantas, luz, temperatura, humidade e tempo — um processo em que a própria matéria participa ativamente naquilo que se revela.
A sessão propõe-se como um espaço de partilha e experimentação coletiva em torno das possibilidades da revelação alternativa, onde criar imagens se torna também uma forma de relação com o lugar e com os elementos que o constituem.
(Não é necessário conhecimento prévio.)

Juliana Julieta, artista visual e realizadora que trabalha entre Pintura e Cinema Experimental. Licenciada e Mestre em Pintura.
No seu trabalho em pintura a óleo e cinema experimental, explora a fisicalidade dos materiais e processos, investigando uma relação tátil, sensorial, cumulativa e fenomenológica de criar imagens. Trabalha com revelação alternativa de pelÃcula, edição em câmara (Bolex 16mm) e práticas artesanais, expandindo o cinema para a performance da imagem em movimento. Colabora regularmente em contextos pedagógicos e laboratoriais ligados ao cinema analógico, nomeadamente como instrutora de 16mm na Casa do Xisto, nos workshops de eco-processing.
O seu trabalho tem sido apresentado em exposições, instituições e festivais de cinema, incluindo Curtas Vila do Conde, IndieLisboa, Centro de Arte Oliva, Anthology Film Archives, etc. Foi bolseira FLAD, vencedora da MNJC 2023, nomeada para o Sovereign Portuguese Art Prize 2024 e integra a Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE) e Pláka.